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Retiro Sagrado FemininoVagas disponíveis
15 de agosto de 2026 · Curitiba, PR

Retiro Sagrado Feminino

O Retiro do Sagrado Feminino acontece em 15 e 16 de agosto de 2026, na chácara Mauna Floresta, entre Curitiba e Bocaiúva do Sul — um espaço de natureza preparado para acolher esse tipo de encontro.

Durante dois dias, o grupo percorre um arco de vivências que se complementam. A chegada e o acolhimento na tarde de sábado. A roda de abertura que estabelece a intenção coletiva. A Dinâmica da Ancestralidade Feminina, a Bênção das Águas e a Defumação com Ervas, que preparam o estado interno antes da cerimônia. O Ritual de Consagração de Ayahuasca, que ocupa o centro da noite. A fogueira coletiva após o trabalho. A caminhada contemplativa e a Roda de Rapé na manhã do segundo dia. A Carta para Si Mesma. O Ritual das Flores e o encerramento em roda.

Data

15 de agosto de 2026 (sábado)

Abertura dos portões

12h

Início

13h

Término previsto

16 DE AGOSTO DE 2026 ÀS 13h

Local

Curitiba, PR

Vagas

13 disponíveis de 15 no total

Materiais complementares

Retiro - Sagrado Feminino - Templo da Nova Consciência - Agosto de 2026
ContribuiçãoR$ 250,00
Vagas disponíveis

Retiro Sagrado Feminino

15 de agosto de 2026

Abertura dos portões: 12h

Início: 13h

Término (estimado): 16 de agosto de 2026 às 13h

ContribuiçãoR$ 250,00

13 vagas disponíveis

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Leia a política de segurança antes de reservar.

O Sagrado Feminino não começa com o ritual. Começa com a pergunta que muitas mulheres carregam sem conseguir formular: quando foi a última vez que me pertenci?

No retiro de agosto de 2026, essa pergunta tem dois dias para ser habitada.

A diferença entre uma cerimônia e um retiro não está apenas no número de horas. Está no que acontece antes e depois da cerimônia. Nas vivências que preparam o terreno. No ritmo mais lento que permite que algo que estava comprimido comece a se mover. No espaço coletivo entre mulheres que dispensa explicação — porque ali não é necessário justificar por que se veio, nem o que se está carregando.

O Retiro do Sagrado Feminino acontece em 15 e 16 de agosto de 2026, na chácara Mauna Floresta, entre Curitiba e Bocaiúva do Sul — um espaço de natureza preparado para acolher esse tipo de encontro.

Durante dois dias, o grupo percorre um arco de vivências que se complementam. A chegada e o acolhimento na tarde de sábado. A roda de abertura que estabelece a intenção coletiva. A Dinâmica da Ancestralidade Feminina, a Bênção das Águas e a Defumação com Ervas, que preparam o estado interno antes da cerimônia. O Ritual de Consagração de Ayahuasca, que ocupa o centro da noite. A fogueira coletiva após o trabalho. A caminhada contemplativa e a Roda de Rapé na manhã do segundo dia. A Carta para Si Mesma. O Ritual das Flores e o encerramento em roda.

Cada momento tem uma função no processo e uma relação com os que vêm antes e depois.

A cerimônia de Ayahuasca é o eixo do retiro — com tema Sagrado Feminino, conduzida exclusivamente por mulheres, com duração de quatro horas. A medicina utilizada é a Ayahuasca Mel, uma preparação concentrada, sem acidez e sem fermentação, produzida por família de povos originários da Amazônia. O que a cerimônia pode revelar — padrões de auto abandono, limites que nunca foram exercidos, emoções que aguardavam espaço — tem, no contexto do retiro, um arco que permite que esse material seja percebido e atravessado com mais calma do que numa única noite isolada.

A proposta central é a mesma do Sagrado Feminino: soberania interior. Não como resultado prometido, mas como possibilidade. A mulher que se afastou de si mesma ao longo do tempo — cedendo, contendo, se adaptando — pode, nesse espaço, entrar em contato com o que ficou para trás.

Dois dias, longe do ritmo habitual, em contato com a natureza e em presença com outras mulheres, criam condições que uma tarde isolada não cria.

O retiro é conduzido por Engel Calixto Palmeira, Dirigente do Templo da Nova Consciência.

Para quem é este ritual

Este retiro foi pensado para mulheres em momentos muito específicos da vida.

Para quem percebe, com honestidade, que há um padrão de colocar o outro sempre em primeiro lugar — e que esse padrão cobra um preço que cresce silenciosamente.

Para quem carrega histórias relacionais que deixaram marcas: desrespeitos que foram normalizados, afetos que se tornaram aprisionamentos, vínculos que custaram a própria identidade.

Para quem não sabe mais com clareza o que quer, o que sente, ou o que precisa — porque há muito tempo responde às necessidades dos outros antes de ouvir as próprias.

Para quem se reconhece no ciclo de se contrair para não ocupar espaço demais, de pedir desculpas antes de qualquer afirmação, de sentir culpa cada vez que escolhe a si mesma.

Para quem está num momento de reconstrução: após o fim de uma relação, após uma decisão que mudou tudo, após perceber que a pessoa que voltou no espelho não se reconhece mais.

Para quem busca mais tempo: dois dias longe da rotina, com vivências que se complementam e espaço para que o processo aconteça em camadas, não de uma vez.

Não é preciso ter vivido trauma explícito. Às vezes o que traz uma mulher a este retiro é algo mais sutil: a sensação persistente de que algo foi se perdendo, sem que ela consiga nomear exatamente o quê — ou quando.

Práticas

O retiro é estruturado como um arco de vivências que se complementam ao longo dos dois dias. Cada prática tem uma função no processo e uma relação com as que vêm antes e depois.

Roda de Abertura
Momento coletivo de chegada ao espaço do retiro. As participantes se apresentam, nomeiam brevemente a intenção com que vieram e estabelecem juntas o tom dos dois dias. Não é roda terapêutica nem dinâmica de grupo — é a forma como o retiro se constitui como espaço compartilhado antes de qualquer outra vivência.

Dinâmica da Ancestralidade Feminina
Vivência guiada de reconexão com a linhagem feminina — mãe, avó, bisavó, as mulheres que antecederam cada uma. Um olhar para o que foi recebido dessas histórias, para o que se carrega conscientemente e para o que opera sem que se perceba. Não é análise genealógica; é reconhecimento.

Bênção das Águas
Prática de abertura e renovação com uso da água como elemento de intenção. Marca o início da preparação direta para a cerimônia — uma passagem simbólica de um estado para outro.

Defumação com Ervas
Purificação do espaço e das participantes com fumaça de ervas. Preparo do ambiente e do estado interno imediatamente antes do início da cerimônia. A defumação é uma prática presente em diversas tradições indígenas, com função ritualística e sensorial de transição.

Ritual de Consagração de Ayahuasca
Eixo central do retiro. A cerimônia tem tema Sagrado Feminino, é conduzida exclusivamente por mulheres e tem duração de quatro horas.

A medicina utilizada é a Ayahuasca Mel — uma preparação concentrada (18x1), sem acidez e sem fermentação, produzida por família de povos originários da Amazônia. Sua alta concentração permite dosagens menores sem perda de efeito. A ausência de fermentação torna a experiência física geralmente mais suave do que preparações tradicionais fermentadas.

São servidas duas doses. A primeira, entre 20 ml e 30 ml, de acordo com avaliação da equipe. A segunda, opcional, entre 10 ml e 20 ml, oferecida após a primeira fase do processo.

Durante a cerimônia, a condução é feita pelo silêncio, pela narração de intenção inicial e pela música — playlist curada especificamente para o tema Sagrado Feminino. A equipe permanece presente durante todo o trabalho.

Fogueira de Integração
Após o término da cerimônia, o grupo se reúne em torno da fogueira. Espaço de presença coletiva na virada para o domingo — sem agenda, sem condução formal. Quem quiser conversar, conversa. Quem quiser permanecer em silêncio, permanece. O processo de cada uma continua sendo de cada uma.

Caminhada Contemplativa
Na manhã de domingo, caminhar pelo espaço da chácara com presença e sem pressa. Sem conversas desnecessárias, sem destino fixo. O contato com a natureza como forma de aterramento no dia seguinte à cerimônia — o corpo em movimento, o olhar voltado para fora após uma noite de interioridade.

Roda de Rapé
Prática opcional. O rapé é uma mistura de tabaco sagrado e cinzas de outras plantas, soprada nas narinas e utilizada em contextos rituais indígenas para centramento e clareza de percepção. A roda é conduzida com protocolo e intenção. A participação é individual e voluntária.

Carta para Si Mesma
Escrita livre endereçada a si mesma. Espaço para trazer à linguagem o que emergiu no retiro: o que foi percebido, o que se quer levar, o que se quer deixar. A carta pode ser lida imediatamente ou guardada para outro momento. Não é exercício terapêutico formal — é uma forma de registrar o que ainda está em movimento antes de voltar para o cotidiano.

Ritual das Flores e Roda de Encerramento
Fechamento do retiro. As flores como elemento simbólico de reconhecimento — não de celebração exaltada, mas de presença entre as mulheres que compartilharam esses dois dias. A roda final marca o retorno ao cotidiano com clareza de intenção e responsabilidade individual pelo que foi vivido.

A condução

O Retiro do Sagrado Feminino é conduzido por Engel Calixto Palmeira, Dirigente do Templo da Nova Consciência, e por uma equipe de facilitadoras com experiência em cerimônias com ayahuasca. A condução é exclusivamente feminina — tanto na cerimônia quanto nas demais vivências do retiro.

A equipe segue protocolos de segurança estabelecidos e possui treinamento em primeiros socorros.

O papel das facilitadoras não é conduzir o que cada participante vai viver. É criar as condições para que o processo aconteça com segurança: observar, estar disponível e oferecer suporte quando necessário — sem interferir no que é de cada uma.

Durante todo o retiro, a equipe permanece presente e atenta. Não espera ser chamada para perceber quando alguém precisa de atenção. Quando uma facilitadora se aproxima, não é para encerrar o que está acontecendo — é para oferecer ancoragem. A experiência continua sendo da participante.

A confiança na equipe e a responsabilidade com o próprio processo não se opõem. Se complementam.

Contraindicações

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